Fomos jogar escape room com o cliente. O projeto não seria o mesmo sem isso.
A Escape 60′ contratou a Lumi para criar um vídeo explicativo em estilo whiteboard sobre as Plenárias, uma solução corporativa inspirada na lógica do escape room. Antes de escrever uma linha do roteiro, recebemos um convite incomum: jogar.
E foi exatamente aí que o projeto tomou outro rumo.
A visita que mudou tudo
A equipe da Lumi foi até a unidade de Copacabana, no Rio de Janeiro. Entramos na sala, ouvimos as instruções e juntos nos jogamos nos desafios.
Em 60 minutos, experimentamos o que nenhum briefing conseguiria transmitir: o ritmo acelerado da dinâmica, a tensão boa dos enigmas, a forma como o grupo naturalmente passa a se comunicar melhor sob pressão. Sentimos na prática o que as Plenárias entregam para uma equipe corporativa.
Essa vivência não foi um bônus. Foi insumo criativo direto.
Da experiência ao produto final
Quando você passa pela experiência do cliente, as decisões criativas deixam de ser suposições. O tom do texto, as metáforas visuais e o ritmo da narrativa foram construídos a partir do que sentimos dentro da sala, não do que lemos sobre o produto.
Esse processo envolveu pesquisa, experimentação e trocas constantes de feedback com o cliente durante a construção do roteiro e dos storyboards.
A imersão, nesse caso, não foi uma intenção. Virou método.
Um vídeo que transmite mais do que explica
O resultado foi um vídeo de pouco mais de um minuto, didático e direto, que não apenas explica as Plenárias, mas transmite a energia da experiência.
A equipe da Escape 60′ aprovou com entusiasmo, e o material passou a funcionar como uma ferramenta poderosa para apresentar o produto para empresas.
E quando a imersão não é possível?
A visita ao escape room foi um privilégio de contexto. Na maioria dos projetos, esse tipo de imersão física não é viável, e tudo bem.
O princípio, porém, pode ser aplicado de outras formas: entrevistas em profundidade com quem usa o produto, acompanhamento de uma reunião ou processo do cliente, conversa com o time de vendas para entender as objeções reais do público. Qualquer caminho que coloque a equipe criativa em contato com a experiência de quem vai receber a mensagem já muda a qualidade do resultado.
A empatia não exige um escape room. Exige disposição para entender antes de criar.
Conclusão
Bons projetos não nascem só de execução técnica. Eles nascem de entendimento real.
O que esse case mostrou, na prática, é que o material mais eficaz não é necessariamente o mais elaborado. É o que foi construído por quem realmente compreendeu o que precisava ser comunicado. Quando a equipe criativa sente o produto antes de traduzi-lo, a mensagem para de soar genérica e começa a parecer legítima.
Se a sua empresa tem uma solução que precisa ser apresentada com clareza e impacto, vale começar pela pergunta que raramente é feita: o que o seu público precisa sentir para confiar nessa mensagem?
Para aprofundar o tema, veja também Whiteboard animation: uma poderosa ferramenta de comunicação, O poder dos vídeos explicativos na comunicação corporativa e Vídeos explicativos: por que funcionam e como utilizar no ambiente corporativo.
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